OW - GRUPO DE ORIENTAÇÃO DE PROCESSOS CRIATIVOS
com DIEGO CASTRO e JULIANA MONACHESI
OW-OU convida artistas visuais de diferentes trajetórias, a compartilharem seus trabalhos em um espaço de escuta e reflexão conjunta.
Ao longo de quatro meses, com encontros presenciais semanais, cada participante será convidado a apresentar seu processo em andamento, discutir referências, dilemas e a refletir coletivamente sobre o lugar da arte e da crítica no presente.
Cada encontro contará com uma partilha de repertório, que propõe eixos de leitura e debate a partir de textos, obras e experiências.
Todo artista terá acesso a uma consultoria para desenvolver portfólio e projetos culturais, além de participar de uma mostra coletiva no espaço ao final do curso.
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Diego Castro
Artista, vive e trabalha entre Guarulhos e São Paulo. Iniciou seu aprendizado em artes ao integrar um atelier livre de desenho e pintura. Em 2002, durante o Bacharelado em Artes Plásticas na Faculdade Santa Marcelina, aprofundou questões que circundam a sua produção. Em 2012, concluiu o mestrado em poéticas visuais na Escola de Comunicação e Arte da USP e Pós-graduação Lato Sensu em Imagem: Processos, Gestão e Cultura Contemporânea na Madalena Centro de Estudos da Imagem / UNIMES(2017).
A concepção dos trabalhos se inicia com arquivos de imagens apropriadas, com o intuito de descaracterizar os meios onde estão inseridas. Por meio da manipulação sobre as imagens para a elaboração de trabalhos visuais, é iniciado o apagamento do que está em volta da forma que foi apropriada. Ocorre, assim, a manipulação da forma que visa explorar a espacialidade, a cor e a repetição, criando um movimento que se constitui dentro das representações de imagens de conflito e manifestações sociais.
Principais exposições individuais: Enfoque, 2019 no Centro Universitário Maria Antônia com curadoria de Thais Rivitti; Geografia da imagem, 2018 na Casa Latino América com curadoria de Ana Avelar; Exposição coletiva: Livros de artista da Biblioteca do MAM, 2019, Museu de Arte Moderna de São Paulo com curadoria de Felipe Chaimovich; Brasília Extemporânea, 2019 na Casa Niemeyer com curadoria Ana Avelar.
Juliana Monachesi
Crítica de arte, curadora independente, jornalista especializada em artes visuais e mestre em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, onde defendeu, em 2006, a dissertação "Quebra de padrão - Novos paradigmas para a crítica de arte no contexto da cultura digital", sob orientação da professora doutora Giselle Beiguelman. É repórter especial e redatora da revista celeste (2021-atual). Foi diretora de comunicação da Galeria Luisa Strina, São Paulo (2018-2020). Foi diretora de redação da revista de arte Harper's Bazaar Art Brasil e editora de cultura da Harper's Bazaar Brasil (2013-2014), editora-adjunta da revista seLecT (2011-2012) e repórter e redatora do jornal Folha de S.Paulo (1999-2010), além de ter colaborado para diversas publicações culturais, como Canal Contemporâneo, Bravo!, DASartes e L'Officiel. Como crítica de arte, integrou o grupo de crítica da Temporada de Projetos do Paço das Artes (2002-2011); manteve coluna mensal de crítica de arte, entre 2005 e 2007, na revista Bienart. Dirigiu durante três anos (2007-2009) o espaço de experimentação e.d.e.nº343. Foi curadora-adjunta do projeto Rumos Itaú Cultural Artes Visuais 2001/2003 e realizou as curadorias “Solidez efêmera” (2019), Garrido Galeria, Recife; "Atlas Abstrato" (2016), no Centro Cultural São Paulo, projeto selecionado pelo Programa de Exposições 2016; "A Abstração como Imagem" (2015), na Galeria TATO; "Poéticas do feito à mão" (2013), na OMA Galeria; "Cotidiano inventado" (2013), na Galeria Lourdina Jean Rabieh; "Festa anticonformista" (2012), na Galeria Oscar Cruz; "O princípio da volatilidade" (2012), na Galeria Smith; "afotodissolvida" (2004), no Sesc Pompéia; "Arquiteturas subjetivas" (2003), no Paço das Artes; "A casa onírica" (2003), na semana de arte contemporânea de São João da Boa Vista; e "Manifestos contemporâneos" (2003), no Sesc Vila Mariana, entre outras. É formada pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero, onde realizou, como trabalho de conclusão de curso, em 2000, o livro-reportagem "Sem título – Arte brasileira da década de 80 a 2000".


